3 de fevereiro de 2026
HERDEIRO DE SEVENWATERS, de Juliet Marillier



Ah! Como é bom continuar a leitura da Saga de Sevenwaters, de Juliet Marillier! A sensação para mim é de estar voltando para casa depois de um longo, longo afastamento. Em Herdeiro de Sevenwaters somos transportados mais uma vez para a densa e misteriosa floresta, agora, cheia de intrigas e perigos. 

A história de Herdeiro de Sevenwaters se passa alguns anos após os acontecimentos de Filha da Profecia. Aqui, vamos acompanhar Clodagh, terceira filha de Lorde Sean e Lady Aisling. A jovem é encarregada de cuidar do forte e das demais irmãs e da mãe que está grávida e esta é uma gravidez que gera grande ansiedade em todos, pois Aisling não é mais tão jovem e acredita piamente que após seis filhas, terá um menino, o Herdeiro de Sevenwaters

É durante o casamento de sua irmã gêmea que Clodagh conhece os amigos Aidan e Cathal, dois jovens guerreiros do grupo de seu primo. Ela se encanta pelas maneiras gentis do primeiro e se irrita e ao mesmo tempo fica intrigada com as maneiras rudes e não muito sociáveis do segundo. Após as festividades, sua mãe dá à luz a um menino forte e saudável, cujo nome será Finbar, todos ficam felizes pois mãe e filho estão bem, contudo, essa alegria não dura muito tempo: um dos territórios de Sevenwaters é atacado e muitas pessoas morrem e, sob a proteção de Clodagh, o bebê Finbar é sequestrado e, em seu lugar é deixado um changeling, que para todos parece apenas um boneco de galhos e folhas, sendo nossa protagonista a única que pode vê-lo como um ser vivo real que respira e chora. 

A partir deste ponto, sentindo-se muito culpada e confusa, Clodagh decide iniciar sua jornada para o Outro Mundo a fim de resgatar o irmão, inesperadamente, porém, ela encontra Cathal no meio do caminho, o mesmo havia fugido sem deixar qualquer explicação e agora é um suspeito de todos os crimes ocorridos em Sevenwaters, mas o rapaz misterioso deixa claro que ficará ao lado dela e a protegerá custe o que custar. 

Em Herdeiro de Sevenwaters descobrimos que os Seres da Floresta já não são mais governados por criaturas benevolentes, mas sim pelo sádico Mac Dara, responsável pela troca dos bebês. Ninguém entende o porquê dele ter feito isso, mas uma coisa é certa: Cathal está realmente envolvido nesse mistério… 

Como dito antes, é muito bom voltar a essa narrativa, a esses personagens! A escrita de Juliet Marillier me é muito querida! Não existe um único livro dela que eu não tenha gostado e, inclusive, estou devendo as resenhas de alguns deles (um dia organizo bem direitinho essa saga por aqui). Acompanhar a aventura de Clodagh, uma garota bem comum, pelo Outro Mundo e o modo como ela se descobre uma excelente estrategista é muito envolvente e divertido, sério, não conseguia parar de ler esse livro! Herdeiro de Sevenwaters é uma leitura fluida e muito cativante, com certeza, ao lado de Filho das Sombras, é uma de minhas histórias favoritas dessa autora. 


27 de janeiro de 2026
NICK E CHARLIE, de Alice Oseman

 Como pode um casal fictício ser tão querido e tão apaixonante?!




É isso, aproveitei minhas férias para ler Nick e Charlie, uma novela de Heartstopper e fiquei completamente estarrecida com o desenvolvimento e a escrita de Alice Oseman neste volume! Eu já tinha lido as cinco hqs da série (você pode ver minha opinião sobre elas clicando aqui), mas ler o texto em prosa é um pouco diferente e eu gostei do estilo narrativo da autora. 

Em Nick e Charlie, acompanhamos o nosso casal favorito logo após os acontecimentos do volume 5 de Heartstopper - Mais fortes juntos: Nick está super animado com a mudança para a faculdade e não para de falar sobre isso, e Charlie está pirando porque não aguenta mais ouvir o namorado falando sobre como será incrível a vida universitária e se sente uma péssima pessoa por causa disso. 

Aqui, Alice Oseman desenvolve um pouco mais aquele conceito já introduzido em Mais fortes juntos, o de que Charlie e Nick não precisam ficar grudados o tempo todo para provar que se amam. Além disso, ela mostra como o relacionamento deles se parece para os outros: simplesmente épico! Enquanto que ambos acreditam que são um casal bem chato e têm muita insegurança pensando que o outro também acha isso  e vai querer terminar.

Outro ponto interessante em Nick e Charlie é como as redes sociais podem ser tóxicas, pois é através delas que Charlie começa a ficar incomodado com a iminência de um relacionamento à distância, todo mundo em seu Tumblr diz que isso não vai dar certo, que é melhor ele e o Nick terminarem logo de uma vez para evitar uma dor futura… Sério, é muito irritante isso! E nós conhecemos o nosso Char, ele é bem inseguro quando o assunto é acreditar no amor das pessoas por ele, logo, ele sofre e acaba fazendo o coitado do Nick sofrer bastante neste volume. 

Falando nisso, uma salva de palmas para Alice Oseman, ela criou uma cena de discussão entre Nick e Charlie que foi triste demais de ler e muito, muito impactante. Eu não esperava que eles fossem brigar de verdade. No volume 4 de Heartstopper, acontecem algumas discussões entre eles, mas, no quadrinho, não sabemos o que foi dito, a autora só nos mostra as cenas; Ler o que eles disseram e pensaram depois da briga foi bem triste, contudo, necessário para o amadurecimento dos dois. 

Nick e Charlie é uma história curtinha, tem apenas 164 páginas e as li em uma tarde. Aqui vemos a relação desses dois queridos se fortalecer ainda mais! Estou muito, muito ansiosa para ler o capítulo final da história deles! Espero que a dona Alice Oseman não me decepcione! 


20 de janeiro de 2026
[EU ASSISTI] THE WITCHER: SEREIAS DAS PROFUNDEZAS

 


Essa animação é um ótimo exemplo de quando você assiste algo não esperando nada e termina recebendo tudo e mais um pouco! Às sextas-feiras, para minha grande felicidade, saio do trabalho bem mais cedo e consigo aproveitar um pouco da tarde descansando ou fazendo qualquer outra coisa que não seja trabalhar. Em uma dessas sextas, estava comendo um lanchinho e decidi zapear na Netflix para ver se tinha algo legal que me interessasse e acabei caindo direto em The Witcher: sereias das profundezas! Como eu assisti à Lenda do Lobo e gostei bastante, dei play pensando que assistiria a essa animação apenas enquanto comia e depois a terminaria ao longo do final de semana, que nada! Fiquei vidrada na história e nem vi o tempo passar de tão boa que foi! 

The Witcher: sereias das profundezas faz uma releitura “dark” do famoso conto de Hans Christian Andersen, A pequena sereia. Aqui, começamos a história acompanhando Gerald em uma de suas aventuras, acompanhado do bardo Jaskier, eles vão até uma cidade costeira para destruir um monstro que está atacando os marinheiros, contudo, ao chegar lá, Gerald constata que a verdadeira ameaça não são as criaturas que vivem no mar, mas sim os seres humanos que estão destruindo seu habitat com uma falta de respeito atroz bem típica nossa… 

Se você já assistiu ou jogou The Witcher sabe que os humanos nesse universo detestam feéricos, elfos e qualquer criatura diferente, ou seja, com os sereianos não poderia ser diferente! Mas o negócio fica muito mais complicado porque o príncipe herdeiro do reino onde Gerald e Jaskier se encontram está apaixonado pela princesa herdeira dos sereianos e os pais de ambos não estão gostando nem um pouquinho dessa história… Para piorar, a nossa “pequena sereia” também tem uma tia sacana que vai tentar de aproveitar dessa situação a todo custo para conseguir poder… 

Como fazia muito, mas muito tempo que não tinha contato com esse universo, confesso que a narrativa de The Witcher: sereias das profundezas me surpreendeu muito! Fiquei completamente encantada pela história em cada detalhe, desde o desenvolvimento até o desfecho maravilhoso e sugestivo que ela tem. Além disso, ô desenho bonito, viu! Nossa, eu sou apaixonada por produções que mostram o oceano, mas essa é um desbunde! Linda demais e como já disse, é uma releitura dark de um conto de fadas muito querido, logo, vale muito a pena mesmo assistir. 



15 de janeiro de 2026
O Ladrão de Raios

 Olá, pessoal! Samu aqui!





Entrei em uma leitura coletiva da série Percy Jackson e os Olimpianos, por isso a resenha de hoje é o primeiro livro: O Ladrão de Raios. Eu já tinha uma noçãozinha de como era a história por causa do filme, sabe? Não cheguei a assisti-lo, mas já aconteceu de eu passar na frente da TV enquanto alguém assistia, daí peguei alguns spoilers. Em todo caso, acho que isso não chegou a comprometer a leitura.


Então vamos lá! O livro é narrado em primeira pessoa (coisa que não gosto) e nosso narrador é o Percy Jackson, um menino de 12 anos (guarde isso: 12 anos). Ele mora com a mãe, uma mulher super legal, e com o padrasto, um cara podre de podre. Contudo, desde criança… digo, desde mais novo, Percy sempre estudou em colégios internos daqueles que o condenadinho mora na escola e só volta para casa nas férias. Ou seja, apesar de amar muito a mãe, o Percy está meio que acostumado a ficar meses e meses longe dela.


A vida do nosso herói é um tanto complicada, pois vira e mexe acontece uns bagulhos inexplicáveis (tipo o Harry Potter antes de conhecer Hogwarts, sabe? Os primeiros capítulos da história são bem nessa vibe). O fato é que todo ano acontece alguma parada sem sentido que vira motivo para o Percy ser expulso da escola, sendo assim agora ele está na sexta série e essa é a sexta escola que frequenta. Nesse início do livro nós leitores somos apresentados aos personagens e aos mistérios que cercam o protagonista, como por exemplo o porquê de a professora de Geometria ter explodido no meio da excursão ao museu ou por que a caneta emprestada do professor de História se transformou em uma espada.


Após esses capítulos iniciais e uma cena de perseguição das mais eletrizantes envolvendo um minotauro brabíssimo, Percy chega em um acampamento bem diferentão e lá ele descobre uma coisa arrebatadora: os deuses gregos que Percy estudou tanto na escola são reais! Sendo assim, o lugar onde ele está agora, conhecido como Acampamento Meio-sangue, trata-se de um refúgio para os filhos dos deuses, visando protegê-los da ameaça dos monstros do Hades. Pois é, nosso herói mirim (de 12 anos) é um semideus. Sendo assim, após uns 30% da história, Percy recebe uma missão bem importante: acontece que Zeus, o deus dos deuses, teve o raio roubado e caberá a Percy Jackson resolver esse problema.


Confesso que daí pra frente o livro ficou meio chatinho, pois tudo virou uma road trip pelas cidades do Estados Unidos. Percy se junta com seus amigos Grover e Annabeth e esse trio parada dura inicia uma viagem passando por Nova York, Las Vegas, Los Angeles e por aí vai. Como eu não curto muito esse tipo de road trip, achei a parte mais fraquinha da história. Contudo, o final é bem legal! Vai aparecer o Hades e o Olimpo, e a resolução de tudo é muito empolgante com direito a várias cenas de ação e aventura.


Existem alguns pontos que achei forçado, sabe? Por exemplo, é difícil imaginar um garotinho da idade de Percy fazer a maioria das coisas que ele faz (e aqui estou falando de matar monstros de 2 metros de altura na base da porrada). Apesar de nosso herói não estar sozinho, muitas vezes as cenas ficam difíceis de engolir por causa dessa questão da idade dos personagens. Se eles fossem uns 3 ou 4 anos mais velhos, quem sabe as coisas ficassem mais verossímeis, né? De qualquer modo, eu gostei da história e pretendo continuar com a leitura da saga.


13 de janeiro de 2026
O COLECIONADOR DE DESEJOS, de Mia Sheridan

 



A narrativa de O colecionador de desejos começa com um flashback no qual conhecemos os irmãos Jonah e Justin Chamberlain, ambos advogados e ricos, pois veem de uma antiga família sulista,  o primeiro querendo subir na carreira a todo custo, o segundo sendo mais “humanista” e aceitando trabalhar em casos sem receber remuneração quando os clientes são pobres. Justin vai até o escritório do irmão para alertá-lo de não aceitar defender um possível estuprador e serial killer, contudo, o irmão mais novo, arrogante, típico advogado que nunca perdeu um caso (alguma semelhança com O advogado do diabo?) não dá ouvidos ao outro, defende o cara, ele é absolvido e uma grande tragédia advém disso…

Oito anos se passam, conhecemos Clara, uma jovem bailarina que acabou de se mudar para Nova Orleans a fim de trabalhar na companhia de dança de lá, ela está bem deslocada, não conseguiu fazer muitos amigos além de uma vizinha idosa e, para piorar, seu pai está internado em uma casa de repouso porque tem Alzheimer em estado avançado.

Um dia, conversando com a vizinha, Clara ouve a história do “muro que chora”: basicamente, a lenda remonta aos tempos da escravidão nos Estados Unidos, alguns anos antes da Guerra de Secessão, onde Angelina, uma jovem escravizada, e Jonh, um rapaz branco de família rica, se apaixonam, mas, por causa dos preconceitos da época, não conseguem ficar juntos, a moça se suicida e ele é amaldiçoado pela mãe dela, uma sacerdotisa vodu. Algum tempo depois, surge a prática, entre os locais, de colocar papeizinhos com desejos no muro, acreditando que o espírito de Angelina irá realizá-los até que o seu próprio seja realizado. 

Clara vai até lá e acaba conhecendo Jonah, agora um recluso que não se mostra para o mundo exterior há oito anos, pois, após os eventos trágicos, ficou com metade do rosto desfigurado e perdeu a carreira de advogado. Por mais “arisco” que ele seja, Clara vai, pouco a pouco, ganhando sua confiança e eles dão início a uma amizade que se transforma em paixão, contudo, Jonah não consegue aceitar o amor de Clara devido a sua condição atual, o que vai gerar muitos problemas para os dois… 

O colecionador de desejos é narrado em 3ª pessoa, o foco do narrador muda a cada capítulo passando de Clara a Jonah e também nos mostrando o passado de Angelina e John, o grande mistério da trama. Como dito antes, nunca tinha lido nada de Mia Sheridan e posso dizer que é uma obra “interessante”. É um romance bem rápido de se acompanhar, o li em dois dias apesar de suas mais de 400 páginas, mas achei o modo como a autora trata o tema da escravidão e da situação das pessoas negras escravizadas nas plantações sulistas muito superficial. O fato de ambos os protagonistas serem brancos e só os coadjuvantes serem pessoas negras também me deixou desconfortável.  Afinal, por que um dos protagonistas não poderia ser uma pessoa negra? O que impediria isso? Clara é uma bailarina, Jonah, um advogado… Enfim, não quero ser chata, só acho que precisamos começar a fazer mais esses questionamentos nas produções culturais que consumimos. 

No mais, Mia Sheridan tem uma escrita fluida e criou um romance com uma história de amor que bebe bastante das fontes de O fantasma da ópera, A bela e a fera e um pouco de Crepúsculo? Visto que em dado momento, Jonah começa a perseguir Clara? Achei O colecionador de desejos problemático em vários níveis, se você desligar o senso crítico, vai curtir a leitura de boa, agora, se for analisar as ações das personagens… ai, meu amigo e minha amiga, você vai pegar ranço de todos eles! Incluindo a autora.



8 de janeiro de 2026
[EU ASSISTI] ASAS (1927)



Olá, pessoas! Aqui é o Samu invadindo o espaço da honorável esposa outra vez! Esse ano coloquei como projeto pessoal assistir a todos os filmes vencedores do Oscar na categoria de melhor filme. Bem, eu sou da opinião que Oscar não é sinônimo de filme excelente, sabe? Mas decidi fazer isso, mais por uma questão de curiosidade mesmo.


Sendo assim, Asas (1927) é o primeiro filme a receber um Oscar na história do cinema, no ano de 1928. Dirigido por William A. Wellman, trata-se de um filme sobre a Primeira Guerra Mundial, e nele a gente acompanha três protagonistas: Jack Powell, David Armstrong e Mary Preston.


A história começa apresentando a dinâmica entre esses três personagens. Logo na primeira cena fica claro que Mary está profundamente apaixonada por Jack, porém este gosta de outra menina, uma tal de Sylvia. Contudo, essa Sylvia já é o interesse amoroso de David, o melhor amigo de Jack. Ou seja, eles formam um quadrado amoroso rocambolesco quase como aquele poema Quadrilha, do Carlos Drummond de Andrade (João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava... e por aí vai).


Nesse ponto, a Primeira Guerra Mundial está acontecendo e tanto Jack quanto David são convocados para ir à luta como aviadores do exército. Enquanto isso, Mary também decide se alistar para as Unidades Motorizadas Femininas, e com isso ela se torna uma motorista de ambulância ajudando a transportar os feridos da guerra. Daí pra frente o trio vai passar por vários perrengues e provar o seu valor na batalha.


Achei o filme bem chatão. Ele tem seus méritos sim, eu entendo que Asas foi um dos primeiros filmes a retratar a guerra, os efeitos especiais criados são muito bons considerando a tecnologia da época. Mas achei o enredo um pouco capenga. Digo, para um filme de quase 2h e meia eu imaginei que aconteceria muito mais coisas, porém a maior parte do filme é uma sucessão de cenas bem longas de batalhas aéreas entre aviões. Para mim essas cenas foram tão repetitivas que cochilei em duas partes do filme, e precisei voltar só pra constatar que não tinha perdido nada da história.



Em todo caso, tirando as partes infinitas das rinhas de avião, o filme tem alguns momentos que nos fazem refletir sobre os horrores da guerra, e isso foi interessante. Também tem algumas cenas de alívio cômico, geralmente protagonizadas pelo personagem Herman Schwimpf, que apesar de ser descendente de holandeses também é um grande patriota a ponto de ter tatuado a bandeira dos EUA no braço.


Enfim, não sei se Asas seria uma boa recomendação para uma sessão pipoca com o crush, portanto se você quiser assistir, vai por sua conta e risco. Você encontra o filme na íntegra e legendado no YouTube (ao menos até o momento dessa publicação ele ainda está lá). Dito isso, vou seguir para o próximo filme da minha lista. Até a próxima!




6 de janeiro de 2026
[ANIMA] TORADORA

 O que acontece quando o tigre e o dragão param de brigar e se apaixonam? 



        Socorro! Eu realmente sou muito marcha lenta quando o assunto é assistir as coisas! Conheci Toradora logo de seu lançamento, entre 2008 e 2009, quando ainda era adolescente, e nunca terminei! Os anos passaram e esse anime super fofinho entrou no catálogo da Netflix e, finalmente, consegui assisti-lo até o fim.
        Em Toradora conhecemos os adolescentes Ryuji Takasu e Taiga Aiasaka, que não têm uma popularidade positiva na escola; ele, porque, apesar de ser um dos melhores alunos e um filho maravilhoso e extremamente responsável, tem cara de "bad boy", por isso quase todos têm medo dele; enquanto ela é a "tigresa de bolso", pois arranja briga com todo mundo e é muito baixinha. 

        As únicas pessoas que não temem nossos protagonistas são Yusaku Kitamura e Minori Kushieda, ambos interesses amorosos deles e são seus totais opostos, sendo muito queridos e admirados por todos na escola. Esse interesse ajuda a aproximar Ryuji e Taiga e eles criam uma relação de amizade muito forte. Os dois têm problemas familiares sérios, porém, diferentes, o que vai fortalecendo ainda mais esse relacionamento conturbado e divertido bem parecido com Lovely Complex

        Toradora traz traços muito fofos e um foco grande na comédia, ainda assim, também faz muitos questionamentos interessantes e importantes sobre relacionamentos familiares e problemas comuns da adolescência. Adorei esse anime! Foi muito divertido acompanhar seus 25 episódios e fiquei feliz por ter consigo assisti-lo até o fim dessa vez. Em nenhum momento se torna cansativo, muito pelo contrário, se você estiver em um dia de bobeira, vai acabar maratonando metade dele sem nem perceber. Então fica ai a dica de um shoujo super fofinho e divertido para assistir nesse verão!