3 de outubro de 2026
[EU ASSISTI] KINGDOM - 1ª temporada


Não é nenhuma novidade que a Coréia do Sul tem se tornado muito influente no mercado do entretenimento atual. São tantos grupos musicais e novelas conquistando pessoas ao redor do mundo com suas histórias clichês, cheias de romance e fofurices, contudo, hoje, não vamos falar de amorzinho, mas sim de zumbis, porque hoje é dia de falar de Kingdom, uma série que mescla terror e ficção científica em um remoto passado coreano. 

O período histórico no qual a narrativa de Kingdom é ambientada é o da Dinastia Joseon. O atual monarca está acamado por causa de uma infecção por varíola; sua esposa e rainha não permite que ninguém se aproxime dele, exceto o médico real, algo que deixa o príncipe herdeiro confuso e desconfiado. Isto acontece porque ele é o filho do rei com uma concubina, mas, na ausência de outros filhos, ele foi legitimado e transformado em herdeiro do trono. O problema é que o rei casou-se novamente, e sua jovem esposa está grávida, portanto, o príncipe não é mais “necessário” e sua vida corre grande perigo. 

Tentando proteger-se, ele decide iniciar um golpe de estado, que é duramente frustrado, por isso, ele parte em uma nova jornada em busca do médico real para saber o que de fato aconteceu com seu pai. 

Ao mesmo tempo, uma doença vinda do palácio se alastra rapidamente, transformando todos os infectados em zumbis. A chave para a cura está nos diários reais e na situação do próprio monarca acamado. 

Kingdom é uma série que une um tema já recorrente, mas traz algo novo como a cultura coreana do período Joseon. Ademais, as intrigas políticas que permeiam a trama são muito interessantes e nos instigam a continuar assistindo aos seis episódios da primeira temporada de forma frenética. 


1 de outubro de 2026
[EU ASSISTI] A VIDA DE EMILE ZOLA (1937)


Oi, pessoal! Aqui vamos nós para mais um post do Samu sobre "filme do Oscar"!




Hoje o comentário é sobre esse filme de 1937 chamado A Vida de Emile Zola, que foi dirigido por William Dieterle para a Warner Bros. Achei o início um pouco arrastado, mas segunda parte dele é muito boa! Pra mim valeu a pena aguentar a monotonia dos primeiros minutos.


Bem, como o próprio título já sugere, a história é uma cinebiografia do escritor Emile Zola. Portanto, ela tem início em um momento do Zola antes da fama, em que o pobi divide um sótão com seu amigo Paul Cézanne e ambos passam o maior perrengue. Porém as coisas logo vão mudar, pois a honorável noiva brota com um emprego para o Emile.


Então o tempo passa e ele começa a publicar os livros polêmicos dele. Cada nova publicação é uma nova ameaça dos censores (a galera que revisava textos a fim de censurar). Isso acontecia, porque em seus livros e artigos o Zola criticava duramente o governo, os militares e a sociedade. Porém, eram publicações que despertavam a curiosidade da população da França, daí com o tempo o nosso protagonista enriquece.


E toda essa parte que contei até aqui é a parte "chata" que eu tinha comentado. A segunda parte da história passa a narrar o caso Dreyfus: um esquema de espionagem que colocará a confiança que a sociedade francesa tem pelos militares. O Emile acaba se envolvendo nessa treta e o resultado é surpreendente. Mas aí eu já não vou explanar, pois vale muito a pena você assistir por si mesm! O que posso garantir é que o desfecho do filme foi EMOCIONANTE!




29 de setembro de 2026
O BECO DAS ILUSÕES PERDIDAS, de William Lindsay Gresham


Um belo dia estávamos o Samu e eu em uma livraria, quando bati o olho em um livro cuja capa me chamou muito a atenção, nunca tinha ouvido falar de O beco das ilusões perdidas, ou de seu autor, William Lindsay Gresham, contudo achei a figura da cartomante sem olhos e todo aquele vermelho muito impactantes; mas o que me fez querer lê-lo mesmo, foi o fato de haver a informação de que a obra inspirou Guillermo Del Toro a produzir um longa homônimo e como sou fã desse diretor e de sua estética, levei o livro. 

Como não poderia deixar de ser, demorei anos para realizar essa leitura! Gosto muito de Tarô e também estudo e coleciono, por isso, esse ano, decidi finalmente ler O beco das ilusões perdidas e entender do que se trata esse clássico norte-americano. Basicamente, um narrador em terceira pessoa vai nos contar a trajetória de vida de Stanton Carlisle, ou só Stan, que começa sua fase adulta, aos 20 anos, mais ou menos, trabalhando em um circo de variedades como um faz tudo: ele ajuda na bilheteria, na organização das atrações, na montagem e desmontagem do circo, tudo ali o fascina e encanta, só tem uma “atração” que ele não consegue entender e lhe causa repulsa, O Selvagem, um homem alcoolista, praticamente escravizado, que finge ser uma fera selvagem, vivendo na imundice, em troca de algumas garrafas de bebida, um pouco de comida e um lugar para dormir. 

Stan fica horrorizado ao fazer essa descoberta sobre a natureza do “ selvagem”, mas, ele é jovem e cheio de ambições, logo, rapidamente ele se interessa por Zeena, uma mulher mais velha que comanda uma apresentação de clarividência. É claro que tudo é armado, todas as atrações do circo o são, mas essa em específico faz a mente do rapaz brilhar e ele decide que quer fazer parte desse número. O primeiro empecilho, porém, é o fato de Zeena ser casada, algo que, acidentalmente, Stan “resolve” tornando-a viúva, o segundo empecilho, é que a própria Zeena já não quer mais trabalhar com isso e diz ao rapaz que ele precisa arranjar uma garota jovem, bonita, com a mente mais ágil do que a dela. Zeena quer se aposentar. 

É assim que conhecemos Molly, uma jovem lindíssima e totalmente sozinha no mundo, devotada a figura paterna que morreu de forma trágica, ela é a vítima perfeita para o ambicioso e já não muito escrupuloso Stan. Juntos, eles começam um show no Teatro de Variedades, o Vaudeville, que dá tão certo que eles começam a se apresentar em lugares maiores e até a chamar a atenção da nata da sociedade. Em uma dessas ocasiões, Stan fica indignado com o modo como é tratado pelos ricos e decide vingar-se enganando eles em seu próprio jogo. 

A partir desse ponto de O beco das ilusões perdidas, Stan decide tornar-se uma sacerdote espírita e começa a criar muitas fraudes espiritualistas e a se aproveitar do desespero e da saudade de pessoas ricas. Ele consegue muito dinheiro e até uma propriedade fazendo isso, mas ele quer mais, ele sempre quer mais. Molly, no entanto, está cansada de ser feita de boba e com medo de que alguém descubra os truques mirabolantes e eles sejam presos, ou pior, como aconteceu com seu pai, assassinados.

Começando a sofrer por causa do estresse de levar essa vida dupla, às vezes tripla de sacerdote bondoso e idôneo, companheiro sem escrúpulos e de ser Stan, o agora homem quase na meia-idade, decide consultar-se com uma psicóloga especialista em parapsicologia, a Doutora Lilith Ritter e é a partir daqui que a vida dele vai virar de cabeça para baixo literalmente, pois, o antes manipulador de multidões, será agora manipulado e colocado no bolso por alguém que entende de verdade a psique humana e já conseguiu desnudar completamente a dele e todos os seus traumas. É nessa parte que o livro se torna frenético, porque queremos saber qual será o fim de Stan; e o porquê do título O beco das ilusões perdidas, já aditando a vocês: é bizarro e, até certo ponto, satisfatório. 

Se eu não tivesse lido O evangelho segundo Jesus Cristo, a narrativa de William Lindsay Gresham seria bem mais encantadora e surpreendente, ainda assim, o autor conseguiu me envolver com seu estilo ora polifônico, ora linear, tornando a narração bem equilibrada e instigante do início ao fim. É claro que há alguns pontos negativos em O beco das ilusões perdidas, como o fato de sermos apresentados a histórias de personagens que não serão desenvolvidos depois, mas gostei dessa leitura. 

Agora, falando sobre a simbologia, também achei muito pertinente o modo como William Lindsay Gresham organiza sua obra, pois cada capítulo é uma carta do Tarô clássico de Waite-Smith e o que me chamou muito a atenção foi como a jornada de Stan pelo Tarô se assemelha a jornada do louco, a qual estudei em O tarô e a jornada do herói, de Hajo Banzhaf, contudo, ao contrário do Louco que termina a jornada com uma evolução, nosso protagonista vai terminar sua jornada quase que exatamente como começou, só que pior… Com certeza, O beco das ilusões perdidas é um livro que instiga e fascina ao mesmo tempo que nos deixa horrorizados com seu desenvolvimento. 


22 de setembro de 2026
LAURA DEAN VIVE TERMINANDO COMIGO, de Mariko Tamaki com ilustrações de Rosemary Valero O’Connell


Bem, acho que todo mundo já passou por uma situação na qual se apaixonou por alguém que te fez de otário quando era adolescente, quem nunca, não é? Pois, em Laura Dean vive terminando comigo, de Mariko Tamaki, é exatamente essa a narrativa que acompanhamos, de modo bem delicado e poético, além de tocar em algumas outras questões tão inerentes à adolescência. 

Em Laura Dean vive terminando comigo, nossa protagonista é Frederica, ou melhor, Freddy, para os íntimos, uma jovem lésbica assumida, de 17 anos, muito artística, gentil e totalmente apaixonada por sua namorada cafajeste, Laura Dean. 

Conhecemos Freddy, em uma situação constrangedora: no Baile de Dia dos Namorados da escola, ela está esperando pela namorada ansiosamente, a qual já terminou com ela duas vezes, por motivos bem idiotas. Quando Laura chega, elas dançam e ficam um pouco de casalzinho, até que a outra some, Freddy vai atrás dela e a pega no maior amasso com outra garota, para piorar, toda a escola fica sabendo disso! 

Na tentativa de se livrar da dor, Freddy toma um porre daqueles e depois começa a escrever para uma conselheira amorosa de um programa que ela e a mãe gostam muito. Em seus e-mails, Freddy deixa bem claro o quão mal se sente  toda vez que Laura a abandona, mas também explicita, para todos, menos para ela mesma, o quão abusivo é esse relacionamento. 

Todos os amigos de Freddy não gostam nem um pouco de Laura Dean, e com razão! A garota é uma escrota. Passa o rodo em geral, e quando Freddy beija uma pessoa, ela vem com um papinho de “você fez isso para me machucar? Tudo bem, eu confio em você, eu te perdoo”. Ai, sério, mona?! Uma das amigas que mais se incomoda com esse relacionamento bizarro é Doodle, uma garota bem tímida, retraída e que esconde um segredo, o qual Freddy nem desconfia, já que seu mundo gira em torno de Laura… 

Laura Dean vive terminando comigo é um pouco desconfortável, porque sentimos a confusão e frustração de Freddy, é difícil entender o porquê de Laura a tratar dessa forma tão desrespeitosa e displicente, contudo, na minha opinião, de forma inconsciente, Laura Dean sente inveja de Freddy, já que ela mesma diz que a namorada é a única pessoa que conhece a ter pais casados e que se amam; além disso, a garota é querida por todos, tem amigos de verdade, enquanto Laura é mais como uma lenda: é a garota popular, a pegadora, só que sem nenhuma amizade além da própria Freddy. A impressão que eu tive é de que ela tenta tirar um pouco desse brilho da namorada, de forma inconsciente, mas está lá, e ela realmente consegue, pois nossa protagonista vai se afastando dos amigos, não aproveita o tempo com os pais, está sempre triste, chateada e ansiosa, enfim, tudo vira Laura Dean. 

Gostei bastante dessa leitura, apesar de ser um pouco indigesta, a escrita de Mariko Tamaki é fluida e muito delicada e o traço de Rosemary Valero O’Connell é muito bonito e arrojado, ademais, a predominância da cor rosa em toda a obra torna Laura Dean vive terminando comigo bem especial e amável, é tudo muito fofo e mesmo o sofrimento de Freddy e de seus amigos são tratados de forma delicada e sensível. Com certeza, de uma forma diferente, essa HQ também conquistou um lugar no meu coração ao lado de Heartstopper. 


19 de setembro de 2026
Um pequeno texto sobre a Bienal do Livro agora que já passou o fervo


Agora que já passou o fervo, decidi falar um pouco sobre minha experiência pessoal com a Bienal do Livro de São Paulo. Minha história com esse evento começou quando eu tinha uns 10 anos de idade e estava na antiga 4ª série. Fui à Bienal do Livro pela primeira vez naquele ano, em um passeio da escola. Lembro-me de não ter dinheiro nenhum para gastar lá e de ter ficado maravilhada com todos aqueles livros, mas sem poder levar nenhum deles comigo. Uma coleguinha acabou me dando um livrinho de contos de fadas de presente “Branca de Neve” o qual eu tenho até hoje e está na casa dos meus pais. 

Sinto dizer que depois desse dia, eu só fui voltar a uma Bienal do livro em 2022, aos 28 anos! Isso porque minha adolescência e início de vida adulta foram bem sofridinhos… Eu trabalhava muito, muito mesmo e estudava bastante, não tinha tempo, nem dinheiro para nada, sendo bem sincera, um evento como a Bienal para mim, naquela época, seria extremamente frustrante e cansativo. 

Voltando à Bienal de 2022, essa também foi uma grande frustração! Tinha combinado de encontrar uma amiga que eu não via desde 2019, estava muito animada para retornar a esse evento e para curti-lo com essa amiga; Esperei na fila do ônibus, pois àquela altura, não sabia o caminho a pé, demorou uma hora até que eu embarcasse no ônibus; no meio do caminho, a tal amiga me manda uma mensagem dizendo que não poderia me encontrar lá! Nossa, fiquei bem chateada, gente! Mesmo assim, fui porque já estava chegando e ao entrar no pavilhão, socorro! Estava um inferno! SUPERLOTADO. Demorei uma hora no evento apenas, e isso por não conseguir encontrar a saída! Cheguei em casa bem triste e pensando que talvez a Bienal não fosse um evento para mim…

O tempo passou e 2024 chegou e dessa vez fui à Bienal junto com meu marido e nosso padrinho de casamento. Gente, foi tão legal! Que dia incrível! A gente se divertiu muito! Além disso, descobrimos que um antigo aluno meu também é amigo do nosso padrinho de casamento e nós nos tornamos amigos e essa amizade rendeu o surgimento do nosso grupo de RPG! E jogamos desde então! hahahahahahahaha 

Agora, esse ano, nós fomos em um número bem maior, pois o grupo do RPG foi todo, menos o meu ex aluno que não pôde participar dessa vez. Estava lotado, mas não como em 2022, felizmente! A gente acabou se perdendo uns dos outros, pois eu e nosso padrinho de casamento entramos pela entrada de profissionais do setor, eu como professora, ele como escritor; os demais entraram como visitantes pagantes. Galera, a entrada de profissionais do setor é MUITO DISTANTE DE TUDO!! A gente demorou 40 minutos para se encontrar porque o sinal de celular lá é péssimo e o lugar onde estávamos não era mostrado no mapa do evento! Cara, achei muita sacanagem isso. 

Quando finalmente nos encontramos, conseguimos curtir o rolê e foi muito legal, mesmo estando cheio, mesmo com as filas e a sensação de mormaço dentro dos estandes, quando estamos em um lugar com pessoas que gostamos, parece que tudo fica legal, né? Pelo menos comigo é assim. Sendo bem sincera com vocês, a gente não se organizou nem um pouquinho para essa Bienal… Afinal, somos todos adultos, trabalhamos para caramba, não tivemos tempo para ficar pesquisando a organização do evento, nem editoras que gostaríamos de visitar, fomos 100% no freestyle e foi legal assim, mas, por não ter conseguido ir a todos os lugares que queria, resolvi criar uma listinha de dicas para a edição de 2028: 


  1. Definir um ponto de encontro para todos; 

  2. Pesquisar o mapa antes do evento; 

  3. Se for com credencial, providenciar com antecedência; 

  4. Evitar ir no primeiro final de semana; 

  5. Chegar no final da tarde pode ser mais proveitoso. 


Nós poderíamos ter feito tudo isso esse ano, contudo, não tivemos tempo nem para pensar sobre isso. Por esse motivo, resolvi escrever essas dicas como uma forma de me lembrar delas e esse texto todo acabou surgindo porque percebi que em um blog LITERÁRIO, eu nunca tinha falado sobre a Bienal do Livro! Coisas que só eu faço mesmo hahahahahaha 

Então é isso, gente, não ficou um texto muito organizado, porém falei o que precisava para me lembrar da minha trajetória com a Bienal do Livro. E vocês? Gostam desse evento? Já foram à Bienal do Livro de São Paulo ou do Rio? É de outro estado? Tem um evento dedicado aos livros por aí? Tem outras dicas para compartilhar? Conta para a gente!


15 de setembro de 2026
[ANIMA] FRIEREN E A JORNADA PARA O ALÉM


Comecei a assistir Frieren e a jornada para o além totalmente influenciada por um vídeo do canal Quadrinhos na Sarjeta. Como estou participando de encontros mensais para jogar RPG com os amigos, fiquei muito interessada por esse anime que tem todos os elementos desse jogo que eu tanto amo!

Em Frieren e a jornada para o além, conhecemos a personagem título, uma maga elfa e seu grupo de amigos, o herói, Himmel, o anão, Eisen e o clérigo, Heiter. Eles estão voltando de uma bem sucedida missão para matar o Rei Demônio, que durou 10 anos. Agora, em meio a paz e as glórias, eles se separam, mas decidem se reencontrar dali há 50 anos para saberem como vão suas vidas. 

Ao longo desse tempo, Frieren viaja muito, sozinha, sempre, e vê 50 anos se passarem como se não fossem absolutamente nada, visto ela ser uma elfa, uma imortal, que nunca envelhece e só morrerá caso seja ferida mortalmente em batalha. Ao voltar para a cidade de Himmel, ela se surpreende ao encontrar não mais o seu amigo, o jovem e belo herói, mas sim um senhorzinho bem idoso. Os outros também estão todos idosos. Frieren começa a perceber como o tempo passa diferente para os humanos e tem uma certa “coceirinha” de incômodo. Isso para ela é totalmente estranho, pois, nesse mundo, elfos não sentem como os humanos, eles não fazem, no geral, ligações de amizade, amor ou parentesco, na verdade, eles são uma raça em extinção, tanto é que, até esse momento, nossa protagonista só conheceu uma outra elfa além dela mesma, a mestra de sua mestra. 

Após a morte de Himmel, Frieren decide visitar seus outros outrora companheiros. Ao chegar a casa de Heiter, ela descobre que ele se tornou um senhor bem responsável e adotou uma menininha órfã de guerra, a pequena Fern. Heiter, sabe que logo morrerá e que ambas ficarão sozinhas, por isso ele cria um ardil para manter a elfa em sua casa e fazê-la ensinar magia à menina. Frieren é OBCECADA por encontrar novas magias e coleciona grimórios, além de outras bugigangas, logo, Heiter apresenta para ela um suposto livro que não pode ser decifrado, ela se interessa, e passam-se uns bons 5 anos sem que ela perceba. 

A partir daí, Fern já é uma adolescente, exímia maga, logo, não será mais um “peso” para Frieren, o papel de Heiter foi cumprido e agora ele pode descansar em paz. As duas partem por aí a esmo, fazendo pequenos trabalhos, até encontrarem o jovem guerreiro, Stark, aprendiz rebelde e desgarrado de Eisen. Juntos, os três decidem viajar rumo ao extremo norte do mundo conhecido, para as antigas terras do Rei Demônio, pois, aparentemente, os tempos de paz estão com seus dias contados… 

Eu amei a experiência de assistir Frieren e a jornada para o além! O anime é lindo e a história é encantadora e emocionante! Destaque para o arco da prova para mago de primeira classe! Nossa, cada episódio era uma surpresa e emoção diferentes! Estou ansiosa para assistir à próxima temporada! 


10 de setembro de 2026
PROJETO “12 CAFÉS EM 12 MESES” - PARTE 2



Oi, gente! Esse é mais um post "by Samu", dessa vez comentando sobre os cafés que visitamos entre os meses de abril e junho desse ano. Pois é, eu atrasei bastante para postar, mas como dizem por aí "antes tarde do que nunca"😅. Esse texto é a segunda parte do nosso projeto "12 CAFÉS EM 12 MESES" que estamos realizando no decorrer de 2026. Se você ainda não viu a primeira parte e quiser dar uma conferida, clica aqui para acessar a parte 1 da série.

ABRIL

Data: 02/05/2026 
Café sorteado: Casa Bauducco
Endereço: Av. Paulista, 2163 - Bela Vista, São Paulo - SP.
Horário de funcionamento: de segunda à sexta das 8h às 20h; aos sábados e domingos das 8h às 19h.


Bem, de todos os lugares que escolhemos para visitar até agora eu considero essa Casa Bauducco a mais peculiar. Não digo que Casas Bauducco em geral são peculiares, mas essa que fica na Av. Paulista é bastante curiosa, porque ela fica "dentro" de uma agência do Banco do Brasil. Ou seja, dependendo da mesa que você escolhe para sentar, dá pra ficar assistindo de camarote a galera entediada na fila pra resolver os rolês bancários.


Mas o ambiente é ótimo, espaçoso, confortável, com uma iluminação amarelinha que é até aconchegante. E o pessoal que nos atendeu foi bastante simpático. Como as coisas que pedimos para comer eram daquele tipo que já está pronto e eles só esquentam, não tivemos que esperar quase nada. Mas olha, pense numas tortinhas gostosas! E a crostata de pistache que a Dedéia pediu também estava muito boa. Além disso, eu me tornei fã número 1 do café deles e, daqui pra frente, sempre que eu passar ali pela Paulista vou dar um pulo nessa Casa Bauducco.

NOTA:☕☕☕☕

MAIO

Data: 23/05/2026 
Café sorteado: Visconde Cafés Especiais
Endereço: Praça Visc. de Sousa Fontes, 120 - Parque da Mooca, São Paulo - SP.
Horário de funcionamento: de terça a domingo das 9h às 18h; às segundas: FECHADO.

Nesse dia a gente tomou uma baita chuva no caminho até o Visconde, daquelas que precisa enfiar o pé na água pra atravessar a rua. Mas, apesar do tempo ruim, eu e a Dedéia não nos deixamos abater e, reunindo uma coragem sobre-humana quase hercúlea, nós pegamos o honorável guarda-chuva e saímos de casa.
A fachada do Visconde é elegante e discreta. Tem uma área externa com duas ou três mesas e a área interna com mais algumas. O lugar não é grande, pois a estrutura é de uma casa residencial adaptada, o que torna estar lá dentro uma experiência bastante aconchegante. Lá dentro parece uma casinha de vó, iluminação quente, decoração que provoca nostalgia, plantinhas. Confesso que achei as mesas muito próximas umas das outras, mas isso é coisa minha, tenho negócio com pessoas desconhecidas chegando muito perto.


Sobre a comida, bem, nós já tínhamos tomado aquela chuva, então eu não quis arriscar nada muito diferente. Pedi um cappuccino e um misto quente. Pense num misto de respeito! Tava tudo ótimo. Já a Dedéia quis algo mais "fora da caixinha", então escolheu chocolate quente e alguma coisa com presunto de parma e mossarela de búfala (não me recordo o nome do que ela pediu). Digamos que ela não gostou tanto assim de estar fora da caixinha, mas é questão de gosto mesmo. Em suma, sinto saudade daquele misto.

NOTA:☕☕☕☕

JUNHO

Data: 27/06/2026 
Café sorteado: Condimento Café
Endereço: R. Itapura, 1400 - Tatuapé, São Paulo - SP.
Horário de funcionamento: de terça à sexta das 11h30 às 22h; aos sábados das 9h às 22h e aos domingos das 9h às 17h; às segundas: FECHADO.


Na minha opinião, o Condimento Café foi o melhor lugar que visitamos desde que iniciamos essa tradição de descobrir cafeterias no começo do ano. Os ambientes são lindos, todos em tons pasteis e a cor predominante é o rosinha. Algumas decorações fazem referência a Alice no País das Maravilhas, o que me conquistou de imediato.
Além disso, os espaços são amplos e bastante confortáveis. Sabe aquela minha coisa com mesa grudada? Então, no Condimento eu e a Dedéia poderíamos dançar uma valsa tranquilamente entre as mesas sem atrapalhar ninguém, e ainda seríamos aplaudidos no final. Porém, no dia e horário em que nós fomos havia bem poucos clientes, então não haveria muitos aplausos no nosso show.


Além do lugar bonito, a comida também é excelente. Pedimos tostado de miga (que serviu bem pra caramba), pães de queijo, bolo de cenoura. E pra beber pedimos o cappuccino com nutella deles. No geral, foi uma tarde excelente!

NOTA:☕☕☕☕☕